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Trad. e notas: Prof.
Dr. Ricardo da Costa (Ufes) [1]
I. II. III. IV. V. VI. VII. VIII. IX. * Notas [1] Tradução
feita a partir da edição Guillermo IX. Duque de Aquitania
y Jaufré Rudel. Canciones completas (edicion bilingue preparada
por Luis Alberto de Cuenca y Miguel Angel Elvira). Madrid: Editora Nacional,
1978, p. 26-29. [3] Na poesia cavaleiresca, toda alusão ao camponês é sempre injuriosa. Aqui, a passagem sugere que todo camponês é ignorante e, pior, grosseiro, pois não é capaz de perceber as sutilezas dos versos de amor. [4] “...estaria
melhor cavalgado que qualquer homem”, expressão que representa
o domínio da mulher (domina) sobre o homem. Posteriormente,
o ato de ser cavalgado seria maravilhosamente narrado na lenda de Aristóteles
e Phillys (Lai de Aristóteles, c. 1223, poema composto
pelo clérigo e trovador normando Henri de Andeli [c. 1220-1240]).
Ver COUTINHO, Priscilla Lauret e COSTA, Ricardo da. “Entre
a Pintura e a Poesia: o nascimento do Amor e a elevação
da Condição Feminina na Idade Média”. In:
GUGLIELMI, Nilda (dir.). Apuntes sobre familia, matrimonio y sexualidad
en la Edad Media. Colección Fuentes y Estudios Medievales 12.
Mar del Plata: GIEM (Grupo de Investigaciones y Estudios Medievales),
Universidad Nacional de Mar del Plata (UNMdP), diciembre de 2003, p. 4-28
(ISBN 987-544-029-9). [6] Nesse momento, o poeta revela seu segredo - e a tensão do poema finda: os cavalos são duas damas, e ele só pode ficar com uma delas, pois ambas se odeiam! [7] Após a revelação, o poema termina com um auto-elogio: apesar de sua indecisão no amor, Guilherme não quer deixar uma má impressão: embora hesitante, ele é poderoso, pois é estimado por todos, já que possui castelos e domínios.
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